nada absoluto

de tanto passar
fome
gritando
pelas
mazelas
do
silêncio
do
teu nome

o cabelo
branco
ainda
resiste
da memória
pérfida
que ainda
insiste
da promessa

de dias
menos
tristes

do fuso
horário
que separa
nossos
sonhos
equivocados

dos equívocos
que tramo
para ser
condenado
a uma eterna
danação
sem deus
sem mentiras
sem desejos
sem
vida

4 comentários em “nada absoluto

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